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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Estado Islâmico faz execução em abatedouro e imagens são chocantes

10:06
Estado Islâmico faz execução em abatedouro e imagens são chocantes
Grupo terrorista ostentou mortes através de seus canais de comunicação na internet.
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Mortes do Estado Islâmico são escancaradas na web

Nesta terça-feira, 13 o grupo de terroristasEstado Islâmico (EI) provocou a ira de pessoas de todo o mundo ao divulgar imagens de uma execução coletiva realizada na cidade de Deir ez-Zor, na Síria. O assassinato foi realizado no domingo, 11, e teria acometido a vida de pelo menos onze pessoas civis, que nada tem a ver com as guerras travadas a favor ou contra o grupo. O #Crime foi realizado em uma data sagrada para os muçulmanos e foi anunciado em redes de comunicação como se fosse um grande troféu. O assassinato coletivo foi feito no jejum do Ramadã e teve homens mortos em um abatedouro. Eles foram pendurados como animais de pontacabeça e ficaram ali apenas por ganchos. 

Após serem pendurados de forma bárbara, os homens foram degolados. As fotos são chocantes e impublicáveis. O desespero dos presos é evidente. Muitos choram antes de terem a cabeça cortada. Um vídeo com a matança também foi colocado na internet. Ele foi intitulado de 'O Fazer da Ilusão'. Um dos homens assassinados e´acusado de ser um ajudante do governo dos Estados Unidos. Os demais estariam pagando pela espionagem desse tal homem. A divulgação do vídeo, segundo informações do jornal inglês 'Daily Mail', teria como objetivo fazer o deboche da CIA e de outras agências de inteligência internacionais. 

Essas agências estariam sediadas na mesma Síria, onde os pelo menos doze homens foram mortos no abatedouro e tem o objetivo de evitar que esse tipo de atitude aconteça. No entanto, elas não tem conquistado isso com grande êxito. O Estado Islâmico ainda se vangloria do último atentado terrorista que cometeu na Europa. Imagem da Torre Eiffel são mostrados. Um homem dirigindo um caminhão matou mais de 80 pessoas no mês de julho, quando os franceses comemoravam a "queda da Bastilha" (feriado nacional) na cidade de Nice. 

Os Estados Unidos comemoraram justamente no domingo, data da morte das pessoas do vídeo, o aniversário de 15 anos do maior atentado contra o país em território nacional, o '11 de Setembro', mais um ato de terror. #Investigação Criminal








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ALERTA TOTAL: Bayer anuncia compra da Monsanto por US$ 66 bilhões

10:02
ALERTA TOTAL: Bayer anuncia compra da Monsanto por US$ 66 bilhões
Negócio poderá criar líder mundial do setor de pesticidas e sementes.
Faturamento anual combinado das empresas é de cerca de US$ 25,8 bi.



Bayer anunciou que fechou acordo pela compra da Monsanto (Foto: Marco Bello/Reuters/Arquivo; Brendan McDermid/Reuters/Arquivo)

A farmacêutica e companhia de produtos químicos alemã Bayer anunciou nesta quarta-feira (14) ter fechado acordo para a compra da norte-americana Monsanto, líder mundial dos herbicidas e engenharia genética de sementes, por US$ 66 bilhões.

O negócio encerra uma disputa de meses – após a Bayer aumentar a sua oferta pela terceira vez – e tem sido tratado como o maior do ano até agora. Trata-se também da maior compra realizada até hoje por uma empresa alemã.

Em comunicado, as empresas disseram que o "acordo de fusão definitiva" foi aprovado por unanimidade pelos Conselho de Administração da Monsanto, Conselho de Administração da Bayer e Conselho Fiscal da Bayer.

Negócio de gigantes

O acordo cria uma empresa que dominará mais de um quarto do mercado mundial combinado para sementes e pesticidas em uma rápida consolidação da indústria de insumos agrícolas.

Juntas, Bayer e Monsanto se converterão em um gigante mundial com um volume de negócios anual de 23 bilhões de euros (US$ 25,8 bilhões) e quase 140.000 funcionários.

Se concretizado, o negócio deverá criar criará a maior fabricante de insumos agrícolas e sementes do mundo. Segundo o jornal The Wall Street Journal, juntas, as duas empresas controlariam 28% das vendas de herbicidas.

"A transição une duas empresas diferentes, mas fortemente complementares" em termos de sementes, fertilizantes e pesticidas, destaca a Bayer em comunicado, projetando sinergias anuais de US$ 1,5 bilhão após o terceiro ano de operação combinada.

A fusão anunciada nesta quarta-feira é o capítulo mais recente de um processo crescente de concentração na indústria química. Com os preços reduzidos das matérias-primas, as americanas Dow Chemical e DuPont também anunciaram uma fusão no final de 2015. Ao mesmo tempo, a chinesa ChemChina deseja comprar a suíça Syngenta, que por algum tempo foi cortejada pela Monsanto.

O movimento de fusões no setor tem sido motivado pela queda contínua dos preços agrícolas nos últimos três anos, que tem pressionado as empresas do setor.



Fusão da Bayer e da Monsanto deverá criar líder mundial do setor de pesticidas e sementes. (Foto: Reuters)

Termos do acordo
As negociações começaram no primeiro semestre. A Monsanto, que domina o setor de sementes transgênicas de milho, trigo e soja, não se deixou convencer com facilidade.

Em maio, a Bayer fez oferta de US$ 122 por ação, aumentando em seguida para US$ 125. A proposta seguinte, também recusada, foi de US$ 127,50 por ação. O acordo foi fechado por US$ 128 por ação.

"Temos o prazer de anunciar a combinação de nossas duas grandes organizações. Isso representa um grande passo para nosso negócio Crop Science e reforça a posição de liderança global da Bayer como empresa de Ciências da Vida, impulsionada pela inovação e que ocupa posições de liderança em seus principais segmentos, entregando valor substancial aos acionistas, clientes, funcionários e à sociedade em geral", disse Werner Baumann, CEO da Bayer AG.

Já o presidente e diretor-executivo de Monsanto, Hugh Grant, destacou que "o anúncio de hoje é a prova de tudo que conseguimos realizar e do valor que criamos para os nossos acionistas", disse Hugh Grant, presidente e CEO da Monsanto.

A aquisição está sujeita à aprovação de órgãos regulatórios, mas a expectativa é de que a operação seja concluída até o fim de 2017. Pelo acordo, a Bayer também se comprometeu a pagar US$ 2 bilhões em caso de não aprovação por órgãos antitruste.

Maior aquisição
Autoridades antitruste ainda precisam aprovar a fusão. Trata-se do maior acordo de aquisição fechado neste ano e, se concretizada, a maior aquisição já feita por uma empresa alemã, destaca a Deutsche Welle.

Ainda segundo a agência, o acordo supera a fusão da alemã Daimler com a americana Chrysler, em 1998, que rendeu à montadora dos EUA mais de US$ 40 bilhões. A compra da Monsanto também deve ser a maior transação em dinheiro já realizada, superando a oferta de US$ 60,4 bilhões feita pela cervejaria InBev à Anheuser-Busch em 2008.

A Bayer pretende financiar o valor elevado com dívida emissão de ações, mas as agências de classificação já advertiram que a operação vai provocar uma redução na nota do grupo com sede em Leverkusen.

Na Alemanha, país onde a sociedade se opõe em grande número aos transgênicos, a compra da Monsanto por uma das empresas históricas da indústria nacional, foi condenada por organizações e políticos ecologistas, que também criticam frequentemente os pesticidas de Bayer e chamam a fusão de "casamento dos infernos", destaca a agência France Presse.

"A aquisição da Monsanto significa mais transgênicos e mais glifosato no campo, algo que os consumidores rejeitam", disse a ONG Campact.




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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Tendo LULA, como convidado, Cármen Lúcia toma posse no Supremo Tribunal Federal dando a seguinte declaração: ALGUMA COISA ESTÁ FORA DE ORDEM; FORA DA "NOVA ORDEM MUNDIAL" (VÍDEO)

00:53
Tendo LULA, como convidado, Cármen Lúcia toma posse no Supremo Tribunal Federal dando a seguinte declaração: ALGUMA COISA ESTÁ FORA DE ORDEM; FORA DA "NOVA ORDEM MUNDIAL" (VÍDEO)


A ministra Cármen Lúcia assumiu nesta segunda-feira (12) a presidência do Supremo Tribunal Federal.

Caetano Veloso foi a convite de Cármen Lúcia para cantar o hino nacional. Em seguida, a ministra prestou juramento: “Prometo bem fielmente cumprir os deveres do cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal ”.

Entre os presentes, dois ex-presidentes: Lula e José Sarney.

Cármen Lúcia assinou o termo de posse e ocupou o lugar de presidente da corte. Deu posse a Dias Toffoli como vice-presidente do Supremo e escolheu Celso de Mello, ministro mais antigo do STF, para falar pelo tribunal.

Ele discursou contra a corrupção e citou as palavras de Ulysses Guimarães na proclamação da Constituição de 88: “A moral é o cerne da pátria. A corrupção é o cupim da República. República suja pela corrupção impune tomba nas mãos de demagogos, que, a pretexto de salvá-la, tiranizam-na. Não roubar, não deixar roubar, pôr na cadeia quem roube, eis o primeiro mandamento da moral pública”.


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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot , defendeu a Operação Lava Jato e disse que há duas saídas para o Brasil: tentar calar as investigações ou combater a corrupção e impunidade. Ele defendeu o projeto com dez propostas contra a corrupção.

“As forças do atraso, que não desejam mudança de nenhuma ordem, já nos bafejam com os mesmos ares insidiosamente asfixiantes do logro e da mentira. Tem-se observado diuturnamente um trabalho desonesto de desconstrução da imagem de investigadores e juízes. Atos midiáticos buscavam ainda conspurcar o trabalho sério e isento desenvolvido nas investigações da Lava Jato”, disse Janot.

Cármen Lúcia abriu o discurso quebrando o protocolo, que manda cumprimentar em primeiro lugar a mais elevada autoridade presente - o presidente da República.


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“Determina-se na norma protocolar que os registros e os cumprimentos se iniciem pela mais elevada autoridade presente e é justo que seja assim. Principio, pois, meus cumprimentos, dirigindo-me ao cidadão brasileiro - princípio e fim do Estado, senhor do poder da sociedade democrática. Cumprimento, portanto, inicialmente, Sua Excelência, o povo, querendo que cada cidadão brasileiro se sinta individualmente saudado por mim e por este Supremo Tribunal Federal, em função do qual nós existimos e desempenhamos nossas funções”, cumprimentou a presidente do STF.

A presidente do Supremo disse que atuará para fazer garantir o sentimento de justiça.

“Alguma coisa está fora de ordem. Fora da nova ordem mundial. O que nos cumpre a nós, servidores públicos em especial, e aos juízes, questionar e achar resposta urgente é: de qual ordem tudo está fora? Os conflitos multiplicam-se e não há soluções fáceis ou conhecidas para serem aproveitadas. Vivemos tempos tormentosos. Há que se fazer a travessia para tempos mais pacificados”, declarou.

Cármen Lúcia disse que no comando do Judiciário cumprirá a Constituição.

“Temos sorte de sabermos que o Brasil que merecemos pode e há de ser construído. Não deixaremos em desalento o Direito e a ética que a Constituição impõe que resguardemos, porque este é o nosso papel e porque o Brasil é cada um e todos nós. O Brasil que queremos que seja mesmo pátria mãe gentil para todos os brasileiros e não apenas para alguns”, disse Cármen.


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A posse de Cármen Lúcia foi diferente de outras no Supremo. Ela não quis festa nem coquetel para receber os cumprimentos - apenas café e água. Disse que o momento do país não é para comemorações.

Cármen Lúcia já anunciou que pretende dar preferência a temas sociais e trabalhistas.

Austeridade e discursos claros e diretos 
A nova presidente do Supremo é conhecida pela conduta austera e pelos discursos claros e diretos.

Cármen Lúcia chegou ao Supremo Tribunal Federal em 2006, indicada pelo ex-presidente Lula. Mineira de Montes Claros, estudou em colégio interno de freiras.

Formada pela PUC de Minas, foi advogada, procuradora do estado e professora de Direito Constitucional.

Será a segunda mulher a comandar o Supremo Tribunal Federal, depois de Ellen Gracie.

Durante os dez anos como ministra no Supremo, a atuação de Cármen Lúcia foi marcada por posições sempre muito firmes. Discursos curtos e claros.

No voto para liberar as biografias não-autorizadas, Cármen Lúcia condenou a censura a publicações.

"'Cala a boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu'. Tentar calar o outro é uma constante, mas na vida aprendi que quem por direito não é senhor de seu dizer, não se pode dizer senhor de qualquer direito. O direito dita formas de fazer com que sejam reparados os abusos, a saber por indenização a ser fixada segundo o que se tenha demonstrado como dano. O mais, é censura. E censura é forma de cala-boca.”

Ela também atacou a corrupção ao se declarar a favor da prisão do ex-senador Delcídio do Amaral.

"Houve um momento em que a maioria de nós, brasileiros, acreditou no mote segundo o qual uma esperança tinha vencido o medo. Depois, deparamos com a ação penal 470 e descobrimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora, parece se constatar que o escárnio venceu o cinismo. O crime não vencerá a Justiça. Aviso aos navegantes destas águas turvas de corrupção e das iniquidades: criminosos não passarão, não passarão sobre a Constituição do Brasil.”

No julgamento sobre a validade dos índices de correção dos planos econômicos em 2013, Cármen Lúcia chegou a se declarar impedida de dar o voto. O pai dela tinha uma ação pedindo correção de valores. Os ministros constataram que não haveria número suficiente de votos para o julgamento. O pai de Cármen, então, em 2016 retirou a ação contra os bancos e ela poderá votar quando o julgamento for retomado.

O estilo Cármen também quebrou algumas regras. Foi a primeira ministra a usar calças em uma sessão do tribunal. Dirige o próprio carro para o trabalho.

Ela pediu uma investigação das declarações de renda e da ficha criminal de seus assessores diretos na presidência do Supremo. Para a secretaria-geral, nomeou uma juíza negra, Andremara dos Santos.



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sábado, 10 de setembro de 2016

Unicamp descobre novas drogas sintéticas que podem matar usuários

01:58
Unicamp descobre novas drogas sintéticas que podem matar usuários
Substâncias vêm disfarçadas em outros tipos de droga, como LSD e bala.
Perita criminal alerta para o perigo das drogas, cujo uso pode ser fatal.




O Laboratório de Toxicologia da Faculdade de Medicina (FCM) da Unicamp, em Campinas(SP), identificou novas drogas sintéticas após casos de intoxicação em jovens na região: o fentanil e a butilona. Em agosto deste ano, durante uma semana, seis pessoas de Campinas (SP), Sumaré (SP) e Indaiatuba (SP) deram entrada em pronto-socorros com suspeita de intoxicação por drogas.

Segundo o toxicologista do Centro de Intoxicação da Unicamp (CCI), Rafael Lanaro, apesar de terem consequências mais graves, as drogas aparecem disfarçadas em outras, como LSD e bala. Devido a isso, o jovem pode consumi-las sem saber.
(...) pode levar à depressão do centro respiratório e neurológico e, consequentemente, à parada cardiorrespiratória"
Rafael Lanaro, toxicologista da Unicamp

Pior que heroína
De acordo com a forma que o fentanil é utilizado, o efeito pode ser 50 vezes maior que o da heroína. "É preocupante porque pode levar à depressão do centro respiratório e neurológico e, consequentemente, à parada cardiorrespiratória", explica Lanaro.

Já a butilona, produzida em laboratório, tem efeito estimulante e alucinógeno.

"Pode levar a um quadro de aumento da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, estimulação elevada, convulsão e surto psicótico, além da morte. A interação dessas substâncias é uma incógnita, mas isso pode levar a um desfecho fatal".


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Fentanil e butilona podem vir disfarçados em outras
drogas, como LSD e bala (Foto: Reprodução/EPTV)

Lucro
A perita criminal, Sílvia Cazenave, explica que a utilização das substâncias pode ser explicada por aumento de lucro.

"Elas podem ser substituídas por vários motivos, um deles pode ser para aumento de lucro, porque a aquisição de uma substância nova pode ser mais fácil. Às vezes o traficante encontra algo com volume menor no uso e muitas vezes ela não é proibida, o que é melhor para a comercialização (...) Isso pode levar a uma intoxicação aguda, problemas crônicos de algo que se desconhece", explica.

O CCI emitiu alertas para todos os pronto-socorros da região com os sintomas que o uso dessas drogas pode causar nos usuários.



Laboratório da FCM da Unicamp descobre novas drogas sintéticas (Foto: Reprodução/EPTV)



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REINO DO ANTICRISTO: Corte Suprema italiana decide que masturbação em público não é crime

01:43
REINO DO ANTICRISTO: Corte Suprema italiana decide que masturbação em público não é crime
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Autor poderá ser preso apenas se realizar ato na presença de um menor.
Homem flagrado em universidade se livrou de prisão e irá pagar multa.

A Corte Suprema da Itália decidiu que a masturbação em público não é um crime, desde que não seja realizada na presença de menores de idade.

A decisão aconteceu durante a análise do caso de um homem de 69 anos, identificado apenas como PL, que recebeu uma pena de três meses de prisão e uma multa de 3.200 euros após ser flagrado se masturbando no campus da Universidade de Catania, na Sicília.

Os advogados do homem apelaram à instância superior, que deu sua sentença em junho, mas apenas agora tornou a decisão pública. A justificativa é de que o ato deixou de ser considerado uma conduta criminal depois de uma mudança de lei no ano passado.

Mas, caso ele seja praticado na presença de um menor, o autor poderá ser condenado a até quatro anos e meio de prisão.

No caso de PL, sua sentença foi revogada, mas o caso foi devolvido à corte de Catania, que irá determinar uma multa administrativa, com valor entre 5 mil e 30 mil euros.


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ATENÇÃO: Chips cerebrais que nos tornam mais inteligentes já são realidade

01:39
ATENÇÃO: Chips cerebrais que nos tornam mais inteligentes já são realidade
Startup espera que cérebros humanos acompanhem a evolução da inteligência artificial


Bryan Johnson. O milionário não quer que cérebros humanos percam para computadores Foto: Kernel/Divulgação

A startup Kernel, fica localizada num modesto escritório em Venice Beach, na Califórnia, mas tem grandes pretensões. É nela que uma equipe de cientistas, liderada pelo empreendedor de tecnologia Bryan Johnson, de 38 anos, trabalha para criar um micro chip para ser implantado no cérebro humano.

A inovação, segundo o grupo, é capaz de estimular a inteligência, potencializar a memória e melhorar as capacidades cognitivas de qualquer pessoa. Para Johnson, o chip garantiria à mente humana condições de acompanhar o ritmo da evolução dos computadores e da inteligência artificial.veja também

De início, a tecnologia quer auxiliar pessoas com problemas neurológicos decorrentes do Alzheimer, Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou traumatismo craniano. Mas, em pouco tempo, pode revolucionar a história da saúde mental. “Nossa inteligência está cercada pela artificial e isso vai levar a uma degeneração cada vez mais expressiva do nosso cérebro. É uma questão de manter as pessoas na frente, à medida que a tecnologia avança”, defende Johnson.
O funcionamento

A tecnologia trabalha por meio de um software instalado no chip, que melhora a comunicação entre as células cerebrais. Em pouco tempo, o sistema avalia o que é reconhecido como um código saudável e dissemina a informação por meio de pulsos elétricos.

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As doenças do cérebro tendem a confundir o processo de conversão de experiências recentes em memória de longo prazo. A função do chip é copiar e estimular os sinais elétricos que ocorrem quando as células sadias se comunicam entre si.

De acordo com avaliações recentes, os “chips de Berger” melhoraram a capacidade intelectual de ratos e macacos submetidos a testes. A ideia é inspirada por um trabalho bastante sólido desenvolvido pelo engenheiro biomédico Theodore Berger. Ele dirige o Centro de Engenharia Neural da Universidade do Sul da Califórnia e também o departamento de ciências da Kernel. Há mais de duas décadas, se dedica à criação de chips para pessoas que sofrem com doenças cerebrais. Estatísticas indicam que elas atingem um a cada nove adultos com mais de 65 anos.

Apesar de avançada, a novidade ainda leva alguns anos para ser fabricada e mais tempo ainda para ser democratizada. Para Johnson, a demora não é um problema. Pelo menos não por preocupações financeiras. Em 2013, ele vendeu por US$ 800 milhões sua última startup, a Braintree, para a empresa de meios de pagamento PayPal.
Inovações

Bryan Johnson é um dos empreendedores que defende que o Vale do Silício pode financiar descobertas científicas em larga escala capazes de melhorar a vida de milhões de pessoas.

Por lá, é cada vez maior o número de pessoas que acreditam que máquinas inteligentes ainda vão permitir que carros se locomovam sem motorista e que sistemas de lojas deduzam as necessidades dos compradores antes mesmo de o pedido ser feito.

Companhias que buscam reprogramar DNAs ou identificar tumores com base em análises sanguíneas, por exemplo, também têm suas ideias cada vez mais consideradas. Mais exemplos curiosos ficam por conta da Thync – cuja criação foi um fone de ouvido que envia impulsos elétricos ao cérebro e melhoram o humor – e a Nootrobox, que fabrica suplementos mastigáveis com ingredientes de chá verde e cafeína que acalmam.



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ATENÇÃO: Microchips implantados nas mãos abrem portas e substituem senhas

01:33
ATENÇÃO: Microchips implantados nas mãos abrem portas e substituem senhas
Eles têm o tamanho de um grão de arroz. Tecnologia pode armazenar dados complexos e consolidar uma era de “super-humanos”



No futuro, chips poderão ser configurados para pagar as contas do usuário. Seria o fim do cartão de crédito? YouTube/Divulgação

Em uma amostra do que o futuro nos reserva, minúsculos chips já começaram a ser instalados nas pessoas e prometem inaugurar um período futurista que o cinema, há tempos, antevê e incentiva com maestria. Com funcionamento parecido à logica Jedi – em que um movimento de mãos e braços associados a uma intenção resolvia qualquer necessidade – as estruturas, instaladas sob a pele de quem se propõe a experimentar a inovação, destravam portas, portões, substituem senhas e acessam computadores.

A australiana Shanti Korporaal instalou um em cada mão. Ela vem gostando da experiência de nunca mais depender de um chaveiro ou sentir a angústia de esquecer uma senha, por exemplo. Com o marido, criou o “Chip My Life”, um serviço de distribuição de implantes que pretende expandir a adesão à tecnologia, principalmente, na Austrália. Embora ainda seja dedicada a um nicho de mercado, o interesse pela inovação parece crescer. Recentemente, uma empresa na Suécia ofereceu aos funcionários a opção de contar com chips ao invés de crachás. Mais de 400 aceitaram a proposta.

Korporaal espera que, num futuro não tão distante, os microchips sejam configurados para pagar as contas do usuário e, quem sabe, acabar com a era dos cartões de crédito. Por enquanto, os chips dela também ativam seu smartphone e acessam vídeos no YouTube. “A ideia de super-humanos apresentada por muitas histórias de ficção já é real”, disse em entrevista ao The Washington Post.

Os chips foram injetados na australiana em maio por Amal Graafstra, um médico que diz já ter implantado as estruturas em cerca de 1.200 mãos. Segundo ele, com anestesia local, em dois segundos a inclusão é feita.

Para as pequenas, mas crescentes comunidades de “biohackers” – que defendem ser por meio do hackeamento do corpo que uma melhora na performance humana pode ser alcançada – este é só mais um passo na longa história do aperfeiçoamento.

Segundo Graafstra, o que difere os entusiastas da ideia de quem acha tudo isso ainda muito estranho pode estar no modo de enxergar a si mesmo. “Algumas pessoas vêem o corpo como um templo sagrado, enquanto outras o enxergam como um veículo utilitário esportivo que se pode melhorar. Estou, definitivamente, na segunda categoria”, defendeu em entrevista à Revista Forbes.

Celulares implantáveis

A última edição do Fórum Econômico Mundial, lançada em setembro de 2015, apresentou 21 possibilidades tecnológicas que, segundo as pessoas entrevistadas, serão realidade dentro de alguns poucos anos. Uma das soluções vistas como mais viáveis foi o primeiro celular implantável. De acordo com 82% dos entrevistados, a novidade pode estar no mercado entre 2023 e 2025.

Entre as expectativas que a solução atenderia estão aumento da segurança do usuário, localizado com mais precisão. Até pensamentos e intenções o sistema seria capaz de prever como tempo, a partir da leitura de ondas cerebrais. Por outro lado, a falta de privacidade e alterações drásticas no modo de as pessoas se relacionar ainda geram algumas dúvidas sobre as reais vantagens da possibilidade.



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