ILLUMINATI - A ELITE PERVERSA

sábado, 9 de setembro de 2017

Estátua de 4.300 anos de um faraó egípcio confirma a autenticidade de uma passagem da Bíblia

A escultura de pedra foi encontrada em Israel, e os arqueólogos afirmam que corresponde a um fato descrito no livro bíblico de Josué.



Os arqueólogos determinaram que uma estátua de um faraó egípcio de 4.300 anos de idade confirma a autenticidade de uma das passagens da Bíblia. A escultura – localizada em Hazor, ao norte de Israel e reconstruída em 1995 – seria prova do levante judeu contra Jabim, rei de Canaã.

Dimitri Laboury, da Fundação Nacional de Pesquisa Científica da Bélgica, aponta para o sítio arqueológico como o lugar onde os eventos descritos em Josué 11: 10-11 foram realizados, descrevendo a destruição da cidade de Hazor nas mãos das tropas israelenses lideradas pelo profeta Josué. O egiptólogo indica que a estátua foi destruída há cerca de 3 300 anos, quase ao mesmo tempo que tais eventos bíblicos ocorreram.

“As rachaduras indicam que o nariz estava quebrado e que a cabeça estava separada do resto da escultura antes de ser quebrada”, disse Laboury, co-autor do recente estudo arqueológico de um faraó egípcio não identificado.

“Curiosamente, nenhuma outra parte da estátua original foi recuperada no sítio”, informou a Live Science.

Os restos foram encontrados no mesmo complexo arqueológico onde outras estátuas egípcias foram encontradas, incluindo uma encontrada em 2013 que tinha as garras de uma esfinge.



FONTE:

Estátua de 4.300 anos de um faraó egípcio confirma a autenticidade de uma passagem da Bíblia

A escultura de pedra foi encontrada em Israel, e os arqueólogos afirmam que corresponde a um fato descrito no livro bíblico de Josué.



Os arqueólogos determinaram que uma estátua de um faraó egípcio de 4.300 anos de idade confirma a autenticidade de uma das passagens da Bíblia. A escultura – localizada em Hazor, ao norte de Israel e reconstruída em 1995 – seria prova do levante judeu contra Jabim, rei de Canaã.

Dimitri Laboury, da Fundação Nacional de Pesquisa Científica da Bélgica, aponta para o sítio arqueológico como o lugar onde os eventos descritos em Josué 11: 10-11 foram realizados, descrevendo a destruição da cidade de Hazor nas mãos das tropas israelenses lideradas pelo profeta Josué. O egiptólogo indica que a estátua foi destruída há cerca de 3 300 anos, quase ao mesmo tempo que tais eventos bíblicos ocorreram.

“As rachaduras indicam que o nariz estava quebrado e que a cabeça estava separada do resto da escultura antes de ser quebrada”, disse Laboury, co-autor do recente estudo arqueológico de um faraó egípcio não identificado.

“Curiosamente, nenhuma outra parte da estátua original foi recuperada no sítio”, informou a Live Science.

Os restos foram encontrados no mesmo complexo arqueológico onde outras estátuas egípcias foram encontradas, incluindo uma encontrada em 2013 que tinha as garras de uma esfinge.



FONTE:

‘Rosários satânicos’ assustam padres das Filipinas

Exorcista-chefe alerta sobre os perigos dos ‘terços amaldiçoados.’ Entenda.





Terços com símbolos de outras culturas são avaliados como amaldiçoados por padres católicos das Filipinas ( Philippe de Guzman)

Formado por 53 pequenas bolas e 6 bolas maiores, além de um crucifixo, o rosário (ou terço), semelhante a um colar, é objeto de adoração entre os católicos.

Nele, as pessoas rezam o Pai Nosso e a Ave Maria, sempre orientados pelas bolas. As 6 maiores são para o Pai Nosso e as 53 menores para a Ave Maria. Contudo, rosários com símbolos pagãos, distribuídos anonimamente para adeptos da religião, nas #Filipinas, desperta medo entre os fiéis.

Segundo declarações do exorcista-chefe do país, Padre Ambrosio Nonato Legaspi, pessoas que receberam o ‘presente amaldiçoado’ tiveram pesadelos e má sorte.

Publicado pela agência de notícias católica CBCP News, na segunda-feira (4), o caso também repercute na imprensa internacional.Confira as manchetes.






Agência de notícias da Igreja Católica noticiou o caso.









Rapidamente o assunto foi disseminado na imprensa internacional.







Padres acreditam que satanistas estão enviando rosários amaldiçoados. Será?









Jornal das Filipinas também noticia as bizarras ocorrências.









Assunto atraiu atenção da imprensa em todo o mundo.




De acordo com o religioso, os 'terços demoníacos', que ele associa aos Illuminati, apresentam símbolos escondidos, como uma cobra enrolada em torno da cruz, pentagramas e um sol com raios.





Terços apesentam símbolos sagrados que não são aceitos pela Igreja Católica.




Porém, verdade seja dita, a organização Illuminati, originada na Baviera (Alemanha) em 1 de maio de 1776, era um grupo composto por intelectuais. Seu principal objetivo: aumentar o número de universidades na Europa e combater o misticismo remanescente na época, prejudicou os interesses da Igreja Católica, que passou a difamá-los.

Contudo, desde então, grupos esotéricos sem vínculo ou conhecimento iluminista, também adotaram o nome e a simbologia dos pensadores da Baviera. A partir daí, as lendas em torno da organização começaram. Afinal, qualquer pessoa pode criar um “clube do bolinha” e registrá-lo em cartório sob o nome fantasia Illuminati.

Mas, voltando ao assunto, Pe.Ambrosio aconselha os católicos filipinos a chamarem um exorcista, caso tenham recebido os objetos com desenhos estranhos.

"Estes foram feitos não só para serem simplesmente entregues, mas para enganar os católicos, para que os espíritos malignos os assombrem", declara à CBCP News.

Além dele, outro padre, Philippe De Guzman, ressalta que as peças são feitas de plástico. O religioso ainda salienta a dificuldade dos católicos em identificar o ‘presente amaldiçoado’.

“Os rosários satânicos têm símbolos ímpares sobre eles que não são facilmente perceptíveis ao olho destreinado”, alerta.

Guzman revela que diversos rosários demoníacos foram confiscados por eles. Também recorda um acontecimento recente, onde o ‘terço maldito’ atraiu um espírito demoníaco à casa de um católico.

“Rosários semelhantes foram confiscados de casos anteriores de infestação, mas o último rosário resultou ser o motivo pelo qual um espírito maligno residiu no quarto do cliente, causando distúrbios na casa”, disse. #Bizarro #curioso



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'Brasil será nosso próximo mercado', diz CEO que implantou chips no corpo de funcionários nos EUA

Maioria dos funcionários da empresa de tecnologia Three Square Market já convivem com corpo estranho, do tamanho de um grão de arroz, aplicado com seringa sob a pele entre os dedos polegar e indicador.




Chip implantado em funcionários de empresa dos EUA para abrir portas e autorizar compras (Foto: Divulgação/Three Square Market))


Uma empresa de tecnologia de Wisconsin, nos Estados Unidos, causou furor ao anunciar que implantaria chips no corpo de seus funcionários para substituir crachás, chaves e a necessidade de senhas em computadores e equipamentos eletrônicos.

Um mês após o anúncio, passado o frenesi inicial da imprensa americana, 61 dos 80 funcionários da Three Square Market já convivem com esse corpo estranho, do tamanho de um grão de arroz, aplicado com uma seringa sob a pele entre os dedos polegar e indicador.

O chip funciona como um código de barras e permite que leitores digitais identifiquem o nome, a área de trabalho e até mesmo o cartão de crédito dos funcionários que decidem comprar algo para lanchar na cantina da empresa.

"A adesão foi totalmente voluntária. Eu mesmo me surpreendi com o interesse. A moral da história é que somos uma empresa de tecnologia e os funcionários naturalmente se interessam pelo que é novo", disse à BBC Brasil Todd Westby, CEO da Three Square Market, que era conhecida até hoje como produtora de máquinas de autoatendimento, como aquelas que vendem latinhas de Coca-Cola no metrô ou substituem o trabalho dos operadores de caixas em supermercados.

Tratada por Westby como o início de uma "revolução como foi a do iPhone", a tecnologia também desperta preocupações e críticas, já que poderia ser utilizada, teoricamente, para monitorar momentos de descanso de empregados ou os trajetos feitos por seus usuários, incluindo locais mais frequentados e hábitos de consumo.

Para que esse tipo de monitoramento fosse possível, entretanto, o chip subcutâneo precisaria ter um dispositivo de GPS - algo que não está presente na versão instalada nos funcionários da empresa de tecnologia.

Pelo menos por enquanto. "Nós já desenvolvemos toda a tecnologia de um GPS alimentado pela energia do corpo. Agora estamos trabalhando para reduzir o tamanho do dispositivo até que seja possível implantá-lo", diz Westby à BBC Brasil.

Tornozeleiras

O empreendedor diz que, num futuro próximo, a tecnologia poderá ser usada para substituir documentos, fichas médicas e até tornozeleiras eletrônicas - bastante conhecidas no Brasil graças a sentenças recentes da operação Lava Jato.

"As sociedades estão cada vez mais substituindo o dinheiro vivo por outras formas de pagamento. O papel também está sumindo. O chip poderá substituir passaportes e você não vai mais correr o risco de ter o seu roubado ou de perdê-lo. Uma pessoa com Alzheimer ou doenças de memória poderá ter toda a lista de remédios que consome detalhada no chip quando for a uma emergência ou visitar um novo médico", diz.

"As tornozeleiras eletrônicas existem para monitorar pessoas condenadas, mas são caras e têm logística difícil. O chip resolveria isso", continua.

Neste ano, pelo menos cinco estados brasileiros - Goiás, Espírito Santo, Piauí, Alagoas e Rio de Janeiro - registraram falta de tornozeleiras por excessod e demanda. Em julho deste ano, o ex-assessor do presidente Michel Temer Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), flagrado com uma mala com R$ 500 mil, foi alvo de investigação por supostamente ter "furado a fila da tornozeleira".

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que teve prisão preventiva decretada por suposto envolvimento em corrupção, teve sua liberação para o regime semi-aberto atrasada também pela escassez do equipamento.

A empresa de Wetsby, um economista que migrou para a industria da tecnologia em 1997, é a primeira de que se tem conhecimento nos EUA a implantar chips em funcionários.

Agora, com seis patentes diferentes em processo de registro, ele quer vender a tecnologia para diferentes setores.



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Brasil

"Dois hospitais brasileiros já nos procuraram querendo experimentar a tecnologia", diz o executivo à BBC Brasil.

Wetsby se limita a dizer que um deles está em São Paulo, mas não revela nomes "porque as negociações ainda estão em andamento".

Segundo Westby, médicos brasileiros estariam interessados em realizar testes com o chip em pacientes com doenças degenerativas. O chip reuniria informações sobre o histórico médico dos pacientes, incluindo registros de medicamentos e tratamentos realizados nos últimos anos e poderia garantir um acesso fácil a estas informações em caso de confusão mental ou se o paciente estiver desacordado.

"O Brasil será nosso próximo mercado. Sei que vocês também têm uma demanda muito grande no sistema penal", diz o CEO. "Também estamos conversando com Espanha, Canadá, México e outros lugares."

A reportagem questiona se a implantação dos chips nos funcionários não foi uma estratégia de marketing, já que garantiu visibilidade à empresa e abriu as portas para interessados na tecnologia. Westby jura que não.

"Zero marketing, você acredite ou não. Nós somos uma empresa de tecnologia. Achamos que seria divertido fazer esse teste, ficamos empolgados e os funcionários também. Mandamos, claro uma divulgação para a imprensa como fazemos sempre, mas não sabiamos que causaria uma comoção tão grande."

O lançamento da tecnologia, em 1º de agosto, reuniu dezenas de equipes de TV na pequena cidade de River Falls, de 15 mil habitantes.

Entre os entrevistados estava uma funcionária que não aceitou receber o chip.

"Eu ainda não vi pesquisas sobre os efeitos a longo prazo na saúde. Isso me deixa um pouco preocupada. Ainda é um objeto estranho sendo colocado em seu corpo", disse a executiva de marketing Katie Langer em entrevista à NBC News.

Futuro

O chip usado pela empresa já permite que funcionários se identifiquem em catracas e roletas, utilizem computadores e máquinas de fotocópias e paguem por produtos consumidos na cantina. O chip funciona a uma distância máxima de 15 centímetros dos leitores.

Segundo o criador, ele pode ser removido em poucos minutos com ajuda de um médico ou enfermeiro - da mesma forma com que foram inseridos.

As principais preocupações dos usuários se referem a privacidade - quem garante que o chip não pode ser hackeado ou os dados que coleta podem ser utilizados por patrões sem o consentimento dos empregados?

"A tecnologia que estamos usando é passiva. Não tem GPS, portanto o hackeamento é impossível", responde o empresário.

A reportagem lembra que ele havia dito há pouco que está desenvolvendo uma versão com GPS. "Sim, mas até que tenhamos a tecnologia 100% segura, ela não será lançada", responde.

Os usos do chip subcutâneo, segundo seu criador, poderiam incluir monitoramento de crianças em regiões com alta incidência de tráfico infantil ou de animais domésticos, cuja fugas poderiam ser evitadas ou controladas.

Em 2015, um boato de que a então presidente Dilma Rousseff implantaria chips nos brasileiros para substituir documentos como RG e CPF foi o assunto mais buscado no país pelo Google durante semanas.

A informação era falsa. Dilma não havia sancionado ou discutido qualquer lei sobre microchips - mas discutia a criação de um novo cartão chamado Registro de Identidade Civil, que possuiria um chip como os presentes em bilhetes de ônibus ou cartões de crédito.

Para Wetsby, a comoção ocorrida à época no Brasil deixará de ocorrer em alguns anos.

"As pessoas se preocupavam com dados pessoais na internet e hoje fazem questão de compartilhá-los para receberem indicações de sites e produtos que têm a ver com seu perfil. Todo mundo ficou chocado com o GPS do iPhone e hoje gosta quando o telefone recomenda trajetos mais inteligentes. No futuro, com os chips, será a mesma coisa: os que hoje se preocupam vão querer tê-lo para conseguir acesso rápido a produtos customizados e ter mais segurança do que com papéis ou documentos que podem perder."


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