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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

ESTADO POLICIAL: Por causa da Epidemia causada pelo vírus Zika, Governo do Brasil autoriza entrada forçada de agentes de saúde e militares em imóveis

01:54
ESTADO POLICIAL: Por causa da Epidemia causada pelo vírus Zika, Governo do Brasil autoriza entrada forçada de agentes de saúde e militares em imóveis
O Governo brasileiro publicou hoje uma medida provisória que permite a entrada forçada de agentes de saúde em propriedades públicas e particulares para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus Zika, da dengue e da chikungunya.

Lusa

A medida foi tomada para controlar o "iminente perigo para a saúde pública", informou o Diário Oficial da União.



Os agentes de saúde poderão entrar em imóveis considerados abandonados e também em casas onde o proprietário não esteja. No segundo caso, porém, os agentes terão que fazer duas visitas notificadas, em dias e períodos alternados, em dez dias, antes de entrar no imóvel.

A mobilização contra a proliferação dos focos do Aedes aegypti tem aumentado desde que casos suspeitos de microcefalia em bebés recém-nascidos no Brasil foram relacionados com o vírus Zika.

O Ministério da Saúde já confirmou que cerca de 4 mil bebés nasceram com microcefalia no país.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) realiza hoje uma reunião para determinar se há necessidade de declarar estado de emergência devido à proliferação do Zika e as possíveis consequências desta infeção na gravidez.

Uma outra portaria do Ministério das Cidades do Brasil publicada hoje estabelece procedimentos para o controlo do mosquito em obras financiadas pelo governo, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida.

Na semana passada, o Governo brasileiro anunciou que mobilizará 220 mil militares em 356 municípios de todos os estados para combater os focos do mosquito.

Os militares deverão entregar panfletos com orientações para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Além disso, cerca de 50 mil homens farão inspeções em casas.

O Ministério da Saúde informou que 10,9 milhões de domicílios em todo país já foram vistoriados por agentes de saúde e por militares.

Segundo a OMS, a doença está a propagar-se "de forma explosiva" pelo continente americano, com três a quatro milhões de casos esperados este ano, dos quais 1,5 milhões no Brasil, o país mais afetado.

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JOVEM RECEBE INDENIZAÇÃO, POR TER SIDO OBRIGADA A PROSSEGUIR COM GRAVIDEZ PROBLEMÁTICA, APÓS ONU DECLARAR QUE "ABORTO É UM DIREITO HUMANO"

01:46
JOVEM RECEBE INDENIZAÇÃO, POR TER SIDO OBRIGADA A PROSSEGUIR COM GRAVIDEZ PROBLEMÁTICA, APÓS ONU DECLARAR QUE "ABORTO É UM DIREITO HUMANO"
O feto sofria de uma malformação fatal. A jovem de 17 anos foi obrigada a ter o filho e a amamentá-lo.

DR

Em 2001, a jovem conhecida como K.L. foi impedida de interromper a gravidez por um hospital peruano após ter sido descoberto, às 14 semanas de gestação, que o feto sofria de uma malformação fatal.

O feto nasceu sem parte do cérebro e a jovem foi ainda obrigada a amamentá-lo durante dias, o que levou a que a rapariga ficasse com problemas graves em termos mentais e físicos.

Agora, o Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas concluiu que os direitos da rapariga foram violados e por isso, vai receber uma indemnização do governo do Peru.

“Claro que teria sido melhor se ela não tivesse tido de esperar uma década para obter [a indemnização], mas o que é mais importante é que o mal que lhe foi feito formalmente reconhecido”, revela o Comité dos Direitos Humanos, Sir Nigel Rodley.

O bebé de K.L sofria de anencefalia e os médicos do hospital de Lima recomendaram, que a jovem de 17 anos fizesse um aborto. Pois era legal interromper a gravidez em situações como esta, mas o hospital acabou por recusar o procedimento, explicando que o governo não tinha definido em que momentos se deveria interromper a gravidez.

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'Narcoturismo’ ganha mercado do México à Argentina

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'Narcoturismo’ ganha mercado do México à Argentina
© AFP 2016/ Fernando Brito

Na Argentina, como no México e Na Colômbia, o “narcoturismo” virou mania para promover atrações locais.

“Cayastá, un pueblo que te atrapa” ou, em português, “Cayastá, um povoado que lhe prende” é o novo lema turístico de uma cidade na província de Santa Fe, na Argentina. O aprazível lar de 4.500 habitantes às margens do Rio San Javier, ganhou fama mundial quando a polícia local prendeu os perigosos assassinos Víctor Schillaci e os irmãos Christian e Martín Lanatta, que fugiram duas semanas antes de uma prisão na província de Buenos Aires e eram procurados em todo o país.

Após a prisão, a secretaria de Turismo de Cayastá aproveitou para atrair visitantes. “A ideia saiu das redes sociais”, disse à Sputnik Viviana Agusto, secretária de Governo da região. “Houve uma votação por Twitter e esse lema ganhou. Logo criaram um circuito turístico pelo percurso dos fugitivos, mas isso não foi incentivado por nós porque Cayastá tem outros atrativos para promover”, completa.

Os fugitivos foram condenados em 2014 pelo crime de três empresários farmacêuticos que comercializavam efedrina e outras substâncias químicas com os cartéis mexicanos. Na fuga, percorreram mais de 500 quilômetros sem serem descobertos até que se perderam em Cayastá.

No México, onde Chapo Guzmán foi preso pela primeira vez, em 2014, foram organizados narcopasseios pelos lugares mais famosos. “Naquela época, os taxistas organizaram um passeio que incluía o Hotel Miramar, onde Chapo foi preso, e outros lugares conhecidos de sua vida”, conta à Sputnik Ami Guerrero, jornalista de “El Sol de Mazatlán”.

© SPUTNIK/ VITALY PODVITSKI
El Chapo esteve aqui

O passeio promovido pelos taxistas incluía também o Santuário de Jesús Malverde, o patrono dos narcotraficantes, a ponte onde penduravam os corpos dos inimigos de Guzmán, e o cemitério Jardines de Humaya, onde estão sepultados muitos narcotraficantes.

Os narcopasseios nasceram em Medellín, na Colômbia, onde várias agências realizam roteiros pelos lugares onde viveu Pablo Escobar, poderoso narcotraficante morto em 1993. A Fazenda Nápoles é parada obrigatória para os que viajam de carro de Bogotá até Medellín. “Quando chega à entrada da Fazenda Nápoles, que foi reconhecida como símbolo do sucesso do Cartel de Medellín e de Escobar, você se emociona. A fazenda foi convertida em um destino turístico muito empolgante, dando uma mudança radical a um lugar que no passado foi símbolo do narcotráfico e hoje é um lugar dedicado ao lazer. É muito bonito e recomendo visitar”, diz um viajante no site Tripadvisor.


A Despegar, uma das maiores agências de viagem da América Latina (que no Brasil tem o nome de Decolar), oferecia em 2015 um passeio de quatro horas por US$ 51 que incluía visitas à Fazenda Nápoles, ao Edifício Dallas e à tumba de Escobar com guias em inglês, espanhol e português. O site, contudo, tirou do ar a oferta após receber queixas por fazer propaganda negativa de Medellín.

Segundo o anúncio, o passeio terminava com toque familiar, já que terminava na casa de Roberto, irmão de Pablo Escobar, “que pessoalmente contará histórias sobre sua vida e abrirá a casa para que s=os turistas possam aprender a história da família”, dizia a descrição do passeio antes de este ser removido do site.


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PEDOFILIA: Soldados europeus são acusados de abuso sexual contra menores na África

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PEDOFILIA: Soldados europeus são acusados de abuso sexual contra menores na África


Soldados de uma força de paz da ONU parte de uma missão europeia foram acusados de abusar sexualmente de menores de até 7 anos de idade na República Centro-Africana. Algumas crianças alegaram terem trocado favores sexuais por comida.

© AFP 2016/ EDOUARD DROPSY

República Centro-Africana registra 17º caso de abuso sexual envolvendo funcionários da ONUUm inquérito da ONU revelou relatos acusando soldados de forças de paz da ONU, integrantes de uma missão europeia, e soldados da operação francesa Sangaria de abusar sexualmente de menores de idade.

Duas meninas disseram terem sido estupradas por soldados de tropas da União Europeia (EUFOR), enquanto outras duas relataram que foram pagas para terem relações sexuais com soldados da EUFOR.

As quatro meninas tinham idade entre 14 e 16 anos na época dos abusos. Três delas acreditam que os soldados eram da Geórgia.

Pela primeira vez em casos deste tipo, a ONU divulgou as nacionalidades dos acusados, que são de Bangladesh, Marrocos, Níger, Senegal e República Democrática do Congo. Investigadores da ONU também entrevistaram duas crianças que diziam ter sido abusadas sexualmente por soldados da Operação Sangaris, da França.

“A menina disse que realizou sexo oral em soldados franceses em troca de uma garrafa de água e um pacote de biscoitos”, diz o relato. “Tanto ela quanto o menino de 9 anos afirmaram que outras crianças sofreram abusos de maneira semelhante em seguidos incidentes envolvendo soldados franceses.”

Os seis casos de abuso supostamente aconteceram em um campo de desalojados em M’Poko, perto do aeroporto de Bangui.

A EUFOR afirma que leva as denúncias “muito a sério.” O Alto Comissário da ONU para direitos humanos, Zeid Ra’ad al-Hussein, declarou ser “crucial que esses casos sejam investigados urgente e abrangentemente.”

O Ministério da Defesa da Geórgia, por sua vez, declarou que faria “o possível para garantir que indivíduos cometendo tais crimes sejam responsabilizados.”


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Opinião: Venezuela vai combater ‘ambições imperialistas’ no Conselho de Segurança da ONU

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Opinião: Venezuela vai combater ‘ambições imperialistas’ no Conselho de Segurança da ONU
© REUTERS/ Carlos Garcia Rawlins

A Venezuela ocupa neste mês de fevereiro a Presidência do Conselho de Segurança da ONU. O cargo é rotativo, com duração de um mês, e a Venezuela o recebeu de outro país sul-americano, o Uruguai.


Oposição perde força no Parlamento da Venezuela“Quando ingressou no Conselho de Segurança da ONU, em 2014, a Venezuela prometeu defender o respeito à soberania internacional, ao direito dos povos, ao combate às ambições imperialistas, e se empenhar pela promoção da paz universal”, comenta o Professor Rafael Araújo, da instituição universitária Unilasalle, especialista em políticas latino-americanas, com ênfase em assuntos pertinentes à Venezuela. “Acredito que estas serão as bandeiras da Venezuela durante este seu mês de presidência do Conselho de Segurança da ONU.”

Rafael Araújo tem a convicção de que essas bandeiras nortearão o mandato de um mês da Venezuela na Presidência do Conselho de Segurança da ONU. “A paz mundial, desde o final da década de 1990, é uma bandeira que a Venezuela vem apregoando sobretudo após o início das guerras do Afeganistão, em 2001, e do Iraque, em 2003. Esse histórico de defesa da paz mundial talvez seja um dos guias que nortearão a Presidência venezuelana no Conselho de Segurança.”

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COMÉRCIO SEM LIMITES E MAQUIAVÉLICO: ZICA VÍRUS PODE SER COMPRADO

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COMÉRCIO SEM LIMITES E MAQUIAVÉLICO: ZICA VÍRUS PODE SER COMPRADO
Comércio sem limites: Zika pode ser comprado
© REUTERS/ Ueslei Marcelino


Ouviu falar de que atualmente tudo se compra e se vende? E que a rede Internet às vezes parece omnipotente? Temos provas destas afirmações!


Um site norte-americano tem à venda o zika vírus – aquele que atualmente é muitas vezes mencionado na mídia internacionalmente. Pessoas físicas podem comprar Zika virus (ATCC® VR-84™) por 430 dólares e as jurídicas por 516 dólares.
© FOTO: SCREENSHOT
A página que oferece comprar vírus zika

O mais interessante é que a organização, segundo se diz na seção "sobre nós", cumpre os requisitos de várias organizações, inclusive (será que eles mesmos sabem deste fato?) a Organização Internacional de Saúde.

O zika vírus já está disseminado em 23 países ou territórios nas Américas, na África e na Oceania, e alguns casos já foram detetados na Europa, entre pessoas que voltaram de viagens ao estrangeiro. A situação mais grave é a do Brasil, onde o Ministério da Saúde estima que tenha havido entre 497.593 e 1.482.701 casos em 2015. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existe o risco de uma epidemia global.


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ESTADO ISLÂMICO, AL-QAEDA E IRMANDADE MUÇULMANA DISCUTEM UMA ‘MEGA-FUSÃO” NA LÍBIA PARA RECEBER O "MAHDI"

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ESTADO ISLÂMICO, AL-QAEDA E IRMANDADE MUÇULMANA DISCUTEM UMA ‘MEGA-FUSÃO” NA LÍBIA PARA RECEBER O "MAHDI"

Desde que li o documento da década de 80 sobre “O Projeto da Irmandade Muçulmana”, que eu venho observando como há um trabalho de base por parte da Irmandade Muçulmana pelo globo de buscar unir diversos grupos islâmicos diferentes no intuito de diminuir suas diferenças e otimizar as forças envolvidas num objetivo comum. Isso pode ser percebido em diversos pontos do globo em muitos momentos da história nesses últimos 30 anos. Esse caso é apenas mais um exemplo disso e do quão perigoso é tal movimento. Muitos governos e agências de inteligência estão cientes de tudo isso, mas ou estão imobilizados por questões internas como o próprio documento do Projeto sinaliza ou estão coniventes (quem sabe ambos). Enfim, com os últimos movimentos das Forças Islâmicas pelo ocidente e no oriente, acredito que estamos no limiar de acontecerem sérios e grandes conflitos. Veja um pouco sobre isso na reportagem traduzida abaixo.


TEL AVIV – Os ramos da Líbia do Estado Islâmico, Al-Qaida e da Irmandade Muçulmana estão em discussões para concluir uma “mega-fusão”,informou o jornal A Sharq al Awsat com sede em Londres.

Documentos vazados revelaram que as maiores organizações islâmicas da Líbia estão considerando uma aliança e o estabelecimento de um conselho conjunto de sábios.

O movimento prospectivo surge na sequência de relatos de um esforço internacional iminente para formar um governo de união que traria juntos inúmeros partidos e milícias da Líbia.

O jornal disse que a Irmandade Muçulmana está considerando uma Frente Islâmica, mesmo que o movimento esteja oficialmente em favor de formar um governo de unidade. No entanto, fontes dentro do movimento disseram ao jornal que o seu apoio ao esforço internacional é meramente tático, e eles estão esperando que ele entre em colapso.

As negociações entre os três grupos islâmicos começou por causa de relatos de uma aproximação entre o governo internacionalmente reconhecido com base em Tobruk e o governo não reconhecido na capital Trípoli, informou o jornal.

Os grupos desejam enviar uma mensagem para as forças coalescentes em torno de um governo de unidade que não se opõe ao Estado Islâmico apenas, mas “todos os elementos de oposição islâmicos falam em uma só voz e devem ser tratados como tal”, disse uma fonte.

De acordo com os documentos, os líderes da Irmandade Muçulmana, disseram que o regime egípcio do Presidente Abdel Fatah al-Sisi “não é apoiado pelos americanos por causa de suas estreitas relações com a Rússia. Eles mal podem esperar para vê-lo sair de cena”.

As partes concordaram em formar um conselho Shura (consultivo) e os territórios que estão atualmente sob o controle islâmico conjunto serão divididos entre eles, ecoando um acordo semelhante ao que já está em andamento em Benghazi.

O representante da Al-Qaida foi citado como dizendo que o movimento iria inspirar os islamitas, na Argélia e no Egito, para seguirem o exemplo.

Isto segue a própria reportagem exclusiva da Breitbart Jerusalém sobre os esforços de mediação entre a Irmandade Muçulmana alinhado ao Hamas em Gaza e os salafistas alinhados com o Estado Islâmico.

A Breitbart Jerusalém relatou anteriormente que Shadi al-Menai, um dos líderes do Wilayat Sinai, o ramo do Estado Islâmico no Sinai, visitou Gaza em uma tentativa de mediar entre o Hamas e os grupos salafistas locais depois que os confrontos começaram, resultando na prisão de dezenas de jihadistas por forças do Hamas.

No início deste mês, uma fonte do líder Salafi revelou que Menai mediou um acordo pelo qual o Hamas daria aos grupos de oposição salafistas de Gaza mais liberdade em troca de ajuda do Wilayat Sinai, ignorando as restrições do exército egípcio nas peças de contrabando de foguetes em Gaza.

Este não é o primeiro relato sobre o Hamas e o Estado Islâmico em cooperação no contrabando de armas.

Um estrategista do Oriente Médio acusou no mês passado de que há informações de que o Hamas vem pagando o ramo do Estado Islâmico no Sinai para contrabandear armas para Gaza. “Ao longo dos últimos dois anos, o Estado Islâmico do Sinai ajudou o Hamas a mover armas do Irã e da Líbia através da península, tendo uma parte generosa de cada embarque”, afirmou um relatório do Instituto Washington para Política do Oriente.

Apesar da aproximação entre o Hamas e Estado Islâmico do Sinai, as tensões entre a facção dominante e os grupos de oposição Salafi em Gaza são galopantes.

O Exército do Islã, um grupo salafista que aspira a tornar-se o único representante do Estado Islâmico na Palestina, recentemente lançou um vídeo amargo em que culpa o Hamas por se afastar da Lei da Sharia e cooperar com os jogadores anti-islâmicos, incluindo o Irã xiita.
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